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O caso Gerald Thomas e a ‘Panicat’

O cara foi um babaca e nada justifica sua escrotidão. O que foi cometido é crime e deve ser tratado como tal, porém, não vim escrever sobre a (i)legalidade do ato ou questionar sua (i)moralidade. Escrevo sobre a natureza humana, algo que é deixada de lado, e muitas vezes, menosprezada por boa parte das pessoas pertencentes do debate público.

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Microsoft Office 2013 Preview: Disponível de Graça!

Essa dica vai para aqueles que ainda insistem em Open Office, BR Office ou versões mais antigas da suite da Microsoft, instalem a versão Preview do Office 2013! A instalação é rápida, fácil e eu já disse GRATUITA? Sim! Por zero dilmas você poderá “usar” a nova versão ainda não comercializada feita pela turma do Bill Gates.

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O mundo das ideias e o segredo de Jerry Seinfeld

Um dos maiores bloqueios ao escrever é trazer do mundo das ideias para o mundo real. O parto é traumático, doloroso e age como um choque de realidade desagradável: no mundo das ideias tudo é melhor; ou como ouço por ai “no papel tudo cabe”.

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Uma História Nada Cliché

 

Vinte e sete graduados entraram naquela sala, naquela quarta-feira, naquele horário imoral de tão cedo para se conhecer alguém: eram 8:00 de um dia qualquer no Rio de Janeiro. Os vinte e sete se distribuíram nas vinte e sete cadeiras que na sala se encontravam – já dispostas em formato circular.

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Não me venha dizer que não tem tempo!

Se tem uma coisa que eu odeio é gente que dá desculpas para tudo, por um simples motivo: elas não dão desculpas melhores dos que as minhas! Eu confesso, sou mestre das desculpas, a arte de se evitar a culpa é uma segunda natureza minha, e tão bom quando dar desculpas sou bom em reconhecer-las.

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Quando o longo prazo não é mais tão longo.

Há coisas que acontecem de forma intrínseca no capitalismo ocidental. Uma delas é a existência de um certo “não me importo” (para ser educado) por parte de muitos. Se pararmos para pensar, faz total sentido não se importar com situações distantes! É uma prática cem por cento racional! Oras, políticos, vocês com seus mandatos de quatro anos, passíveis de extensão; por que se importar com um projeto com resultados em uma década? Priorizemos os resultados do ano que vem, certo? Errado.

Esse tipo de racioncínio é o mal do homem moderno: pensamos de forma muito clara nos resultados. No entanto, não consideramos aspectos importantes e não quantificáveis como a influência que exercemos sobre os outros. Por exemplo, o exemplo que um pai deixa para o filho ou o legado que um líder deixa para uma empresa.

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Palhaçovsky e o Caubói

Qualquer um alinhado às notícias internacionais observou, nos últimos dias, a ridícula performance do presidente russo Medvedev. Não tenho certeza se posso chamá-lo de presidente, me referindo aqui ao conceito da palavra, que reside no ato de presidir. No entanto, uma vez que, ao ler um pouco sobre o país, fica claro que o até pouco presidente Vladmir continua puxando fios e gravetos por trás das cortinas, ameaçando, ainda, uma volta nas próximas eleições. Ninguém duvida disso e tal evento não será uma surpresa para ninguém.

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Fidelidade (ou “As novas filas da TAM”)

Programas de fidelidade são ótimos, certo? Depende. Ultimamente, percebo que as filas exclusivas para clientes Platinum / First Class / Club  / Elite / Diamond / Qualquer coisa melhor que Standard estão cada vez maiores do que as filas normais. E quando eu digo normais, me refiro aos clientes “Standard”, uma ótima forma de classificá-los como “Padrão” quando, na verdade, o padrão se tornou uma coisa completamente diferente.

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Scorecards: não pode ser apenas uma conta.

Não é novidade que o mundo é movido por resultados. No entanto, diversos fatores não quantificáveis circulam pelos corredores das empresas, anulando o mundo perfeito dos gestores meritocráticos-vintage, no qual números e contas e scorecards são capazes de traduzir o mundo de maneira preta e branca. Daí, percebemos que o mundo é, na verdade, feito de tons de cinza, e que nunca é possível se alcançar o branco ou o preto: sempre há um porém, uma motivação não quantificada, um fator externo.

Sem título

Eu tenho uma idéia na cabeça! Como colocar no papel?

Essa pergunta marcou meu final de semana. Acho que cheguei a um ponto muito decisivo da minha vida profissional, e acho que não será a última vez que me encontrarei no mesmo: eu não sei o que fazer e ninguém à minha volta sabe. O problema real, oras, é muito claro para todos: existem muitas variáveis, muitos cenários a se considerar.

Há o Almeida, que quer fazer concurso público; a Julia que quer estudar no exterior; o Paulo, do pôquer, que quer abrir uma empresa; o Marcos, da aula de alemão, que quer fazer carreira num banco; existe o Carlos, que acha que já sabe muito e quer viver de consultoria. Há ainda aquele que quer tudo isso: quer trabalhar numa empresa privada, no exterior, enquanto faz mestrado e abre sua própria Start-Up, dando consultoria por fora, é claro.

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